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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ainda somos os mesmos e vivemos (e amamos) como nossos pais? Parte II - A história da Eliza, do Reverbera, querida! - By Vou Casar

 

Continuando a contar essas deliciosas histórias de família  sobre o pedido de casamento, hoje quem fala é a querida Eliza, do Reverbera, querida !
Amo história de família, álbum de fotos, daquelas feitas com máquina analógica, que a gente está quase por esquecer como é.
Tenho muitas histórias boas de avós, dos meus avós, dos avós de conhecidos, mas a história que vou contar é dos avós paternos do Thiago (meu maridón), Octacílio e Elvira Leopoldo.
Infelizmente não os conheci. Seu Octacílio faleceu quando Thiago e eu ainda namorávamos e Dona Elvira morreu faz anos. Sei que a gente provavelmente ia se querer bem, porque Dona Elvira amava gatos como eu, tricotava como eu e fazia um doce de laranja da terra de lamber os beiços rs.
A história de Octacílio e Elvira não é muito diferente da história de tantos casais de antigamente, de hoje em dia, do futuro. Eles se conheceram, namoraram no portão de casa. Noivaram e fizeram um jantar. Casaram e fizeram festa pra todos os queridos. Festa feita em casa, com bolo feito em casa, com doces feitos em c asa e, o vestido de noiva feito pela irmã. Não, não a irmã de Dona Elvira, mas sim a irmã mais velha de Seu Octacílio, a Tia Cica (a tia de todo mundo) que fazia o vestido de noiva de todas as moçoilas da vizinhança.
O que eu acho mais legal é que herdei o móvel antigo da máquina de costura da Tia Cica, que fez todos os vestidos de noiva das senhorinhas por aqui e, que fez o vestido de noiva da avó do Thiago.
Eliza Leopoldo. 

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